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Desafio de Rima (Velocidade Máxima)

Fabio Brazza
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Lyrics

Ítalo, vê o beatbox pra mim Aham Na rima sou perito Tenho gabarito no quesito Tenor ou baritono No rap eu exercito o flow Sou especialista brinco O onitorrinco foi no otorrinolaringologista Não me perca de vista Que eu corro mais que o Bolt Num sprint de mais de 220 mil volts Dispara o velocímetro, não para o ímpeto Eu rimo o que quiser ate com paralelepípedo É o Fábio Brazza e o Ítalo na rima supersónica Minha fala faz escola na escala pentatónica Oxítona paroxítona proparoxítona Continue e acentue a silaba tónica Sai da frente, é quente Ninguém colocou numa rima antes Anticonstitucionalissimamente Moleque neurótico bota no flow Pneumoultramicroscopicossilicovulcanoconiótico Pera aí Tá devagar Vamo acelerar isso mais um pouquinho Ítalo, por favor Aham Vai Na rima sou perito Tenho gabarito no quesito Tenor ou barítono No rap eu exercito o flow Sou especialista brinco O ornitorrinco foi no otorrinolaringologista Não me perca de vista Que eu corro mais que o Bolt Num sprint de mais de 220 mil volts Dispara o velocímetro não para o ímpeto Eu rimo o que quiser ate com paralelepípedo É o Fábio Brazza e o ítalo na rima supersónica Minha fala faz escola na escala pentatónica Oxítona paroxítona proparoxítona Continue e acentue a silaba tónica Sai da frente, é quente Ninguém colocou numa rima antes Anticonstitucionalissimamente Moleque neurótico bota no flow Pneumoultramicroscopicossilicovulcanoconiótico Sabe o que é isso eu explico pra vocês É a maior palavra do dicionário português Um vocabulário exótico vulcanocaniotico É o hip hop num efeito hiphopnotico Consulte a lábia Que a mente é CULT e rápida E o que eu falei agora foi uma multi silábica Ainda não entendeu? Aperte a tecla SAP Que a mensagem não falha e espalha Mais que vídeo paia no WhatsApp É o zap não tem quem me desbanque Minha válvula de escape e eu atropelo Feito tanque Com funk e samba de roda Até o Tupac levantou do tumulo e falou Esse moleque e foda Do rap em prol como big small E se imitar minha levada Se enrosca feito anzol Assassino lírico na mira da Interpol Nada em grau etílico Nem beque ou etanol Você toca em do ré mi fá sol E fica perdido que eu coloco com bemol Nunca tive SEMANCOL Meu remedio é paraclorobenzilpirrolidinonetilbenzimidazol Sábado bêbado num bar em Dubai No balacobaco do baco do vem e vai Eu falo num embalo que distrai E ando tão avançado que minha mãe Ainda nem conheceu meu pai E a conclusão É que essa é uma questão estética Da dialética poética na força da fonética Em cima da base feito um kamikaze Passando de fase num verso que case Em cada frase frenética Na métrica simétrica de meta aritmética Da levada pesada um tanto peculiar Tipo um avião de caça Que estilhaça a vidraça Arregaça e quando passa não é pego no radar