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A casa / O ar (O vento) / A bicicleta / O pato / Ninguém me ama / O caderno
Toquinho
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🇵🇹 Portuguese · Original
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Dom, dom-dom, dom-dom, dom-dom
Dom-dom, dom-dom, dom-dom
Dom-dom, dom-dom, dom-dom
Era uma casa muito engraçada
Não tinha teto, não tinha nada
Ninguém podia entrar nela, não
Porque na casa não tinha chão
Ninguém podia dormir na rede (ninguém podia)
Porque na casa não tinha parede
Ninguém podia fazer pipi (ninguém podia)
Porque penico não tinha ali
Mas era feita com muito esmero (era uma casa)
Na rua dos bobos, número zero
Mas era feita com muito esmero
Na rua dos bobos, número zero
Dom, dom-dom, dom-dom, dom-dom
Dom-dom, dom-dom, dom-dom
Dom-dom, dom-dom, dom-dom, dom-dom
Estou vivo, mas não tenho corpo
Por isso é que não tenho forma
Peso, eu também não tenho
Não tenho cor
Estou vivo, mas não tenho corpo
Por isso é que não tenho forma
Peso, eu também não tenho
Não tenho cor
Quando sou fraco, me chamam brisa
E se assobio, isso é comum
Quando sou forte, me chamam vento
Quando sou cheiro, me chamo pum!
B-I-C-I-C-L-E-T-A
Sou tua amiga bicicleta
B-I-C-I-C-L-E-T-A
Sou tua amiga bicicleta
Sou eu que te faço companhia por aí
Entre ruas, avenidas, na beira do mar
Eu vou com você comprar e te ajudo a curtir
Picolés, chicletes, figurinhas e gibis
Corpo ao vento, pensamento solto pelo ar
Pra isso acontecer basta você me pedalar
B-I-C-I-C-L-E-T-A
Sou tua amiga bicicleta
B-I-C-I-C-L-E-T-A
Sou tua amiga bicicleta
Sou tua amiga bicicleta
Quê-quê, quê-quê, quê-quê
Quê-quê, quê-quê, quê-quê
Quê-quê, quê-quê
Lá vem o pato, patati, pata acolá
Lá vem o pato, para ver o que é que há
Lá vem o pato, pata aqui, pata acolá
Lá vem o pato, para ver o que é que há
O pato pateta, pintou o caneco
Surrou a galinha, bateu no marreco
Pulou do poleiro, no pé do cavalo
Levou um coice, criou um galo
Comeu um pedaço de genipapo
Ficou engasgado, com dor no papo
Caiu no poço, quebrou a tigela
Tantas fez, o moço que foi pra panela
Caiu no poço, quebrou a tigela
Tantas fez, o moço que foi pra panela
Qua! (Qua!)
Boa noite! (Quê-quê)
Oh, boa noite, pato
Eu sou o pato! (Oh, que beleza!)
É hoje que a gente fez o sabonete?
Ow!
Ô... maestro... maestro!
Por favor
Eu tô falando
Eu tô falando!
Tá bom!
'Brigado!
Bom...
Tá certo!
Eu vou trazer uma música muito bonita
Mas é uma música muito triste
E eu preciso de muita concentração
Por favor
Ninguém me ama
Ninguém me quer
Ninguém me chama
De meu amor
O pato tá ferrado!
A vida passa
E eu sem ninguém
Ninguém me abraça
Não me quer bem
Vim pela noite tão longa
De fracasso em fracasso
E hoje, descrente de tudo
Só me resta o cansaço
Cansaço da vida
Cansaço de mim
Velhice chegando
E eu chegando ao fim
Lá vem o pato (patati, pata acolá)
Lá vem o pato, para ver o que é que há
Lá vem o pato (patati, pata acolá)
Lá vem o pato, para ver o que é que há
O pato pateta, pintou o caneco
Surrou a galinha, bateu no marreco
Pulou do poleiro, no pé do cavalo
Levou um coice, criou um galo
Comeu um pedaço de genipapo
Ficou engasgado, com dor no papo
Caiu no poço, quebrou a tigela
Tantas fez, o moço que foi pra panela
Caiu no poço, quebrou a tigela
Tantas fez, o moço que foi pra panela
Das músicas infantis
Tem uma que eu tenho um carinho especial
É o caderno, que conversa com uma menina pequena
E faz uns pedidos à ela
Sou eu que vou seguir você
Do primeiro rabisco até o bê-a-bá
Em todos os desenhos coloridos, vou estar
A casa, a montanha, duas nuvens no céu
E um sol a sorrir no papel
Sou eu que vou ser seu colega
Seus problemas ajudar a resolver
Te acompanhar nas provas bimestrais, você vai ver
Serei de você confidente fiel
Se seu pranto molhar meu papel
Sou eu que vou ser seu amigo
Vou lhe dar abrigo, se você quiser
Quando surgirem seus primeiros raios de mulher
A vida se abrirá num feroz carrossel
E você vai rasgar meu papel
O que está escrito em mim
Comigo ficará guardado se lhe dá prazer
A vida segue sempre em frente
O que se há de fazer?
Só peço a você um favor, se puder
Não me esqueça num canto qualquer
Laiá, laiá, laiá, laiá, laiá
Laiá, laiá, laiá, laiá, laiá
Laiá, laiá, laiá, laiá, laiá
Laiá, laiá
Só peço a você um favor, se puder
Não me esqueça num canto qualquer