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Jeito de Mato
Paula Fernandes...Part. Almir Sater
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🇵🇹 Portuguese · Original
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Bilingual
De onde é que vem esses olhos tão tristes?
Vem da campina onde o sol se deita
Do regalo de terra que o teu dorso ajeita
E dorme serena, no sereno e sonha
De onde é que salta essa voz tão risonha?
Da chuva que teima, mas o céu rejeita
Do mato, do medo, da perda tristonha
Mas, que o sol resgata, arde e deleita
Há uma estrada de pedra que passa na fazenda
É teu destino, tua senda, onde nascem tuas canções
As tempestades do tempo que marcam tua história
Fogo que queima na memória e acende os corações
Sim, dos teus pés na terra nascem flores
A tua voz macia aplaca as dores
E espalha cores vivas pelo ar, ah-ah-ah
Sim, dos teus olhos saem cachoeiras
Sete lagoas, mel e brincadeiras
Espumas ondas, aguás do teu mar, ah-ah-ah
Ê-laiá
Há uma estrada de pedra que passa na fazenda
É teu destino, é tua senda, onde nascem tuas canções
As tempestades do tempo que marcam tua história
Fogo que queima na memória e acende os corações
Sim, dos teus pés na terra nascem flores
A tua voz macia aplaca as dores
E espalha cores vivas pelo ar, ah-ah-ah
Sim, dos teus olhos saem cachoeiras
Sete lagoas, mel e brincadeiras
Espumas ondas, aguás do teu mar, ah-ah-ah
Ê-laiá
De onde é que vem esses olhos tão tristes?
Vem da campina onde o sol se deita
De onde é que salta essa voz tão risonha?
Dorme serena, no sereno e sonha
(De onde é que vem esses olhos tão tristes?)
Dorme serena e sonha