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A Vida de Muitos

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Lyrics

Tenho que agradecer Esses anos Primeiramente a Deus Que eu amo E agradeço também todas as pessoas que Contribuíram direta e indiretamente nesse projeto Rap Nacional Muito obrigado Fáccionarios, Muito obrigado Fáccionarias Todos esses anos Somos a voz da Periferia Que eu amo Somos a voz da maioria Somos Facção Central Somos Rap Nacional Sou Rap Nacional Muito Sangue Narrado por Facção Central, Realidade Cruel e Cirurgia Moral Máximo Respeito aos pioneiros, Naldinho, Dmn, Cambio Negro Rap pancada no ringue, Mano Cahegi consciente Venenoso, linha de frente no DF Só tenho a agradecer, Racionais Mc's, Holocausto Urbano Ei boy... (o que você esta fazendo aqui) Primeira vez que eu vi, o quarteto ao vivo Beco sem saída, mexeu comigo Mudou meus pensamentos, transformou minha vida Me fez escolher entre o rap e a vida bandida O sangue que eu derramei todos esses anos Foi alma que eu entreguei ao povo que eu amo Sou a vida de muitos, sou Facção Central Eu sou a favela, sou Rap Nacional O sangue que eu derramei todos esses anos Foi alma que eu entreguei ao povo que eu amo Sou a vida de muitos, sou Facção Central Eu sou a favela, sou Rap Nacional Anos 80 e 90 nos cortiços do centro, Não me acostumo com racismo e preconceito Policia na 106 e eu com fome de paz O demônio atormentando testando o meu gás O Jogo é sujo e barato, são muitos João Pedro morrendo metralhado O ódio rasga a carne, a fome humilha o gueto Espancado nos enquadro simplesmente por ser preto _Ce viu? Filmou? Litros de sangue derramado, coroa de flor, vela acessa, caixão lacrado Se é sangue que "ceis" quer então toma porra Assuma os seus atos peixe morre pela boca O sangue que eu derramei todos esses anos Foi alma que eu entreguei ao povo que eu amo Sou a vida de muitos, sou Facção Central Eu sou a favela, sou Rap Nacional O sangue que eu derramei todos esses anos Foi alma que eu entreguei ao povo que eu amo Sou a vida de muitos, sou Facção Central Eu sou a favela, sou Rap Nacional Hoje sou Facção Central nessa porra A voz do periférico, no mundão nas babilônia Quem caminhou comigo no vale de ossos Fáccionarios, Fáccionarias, muitos irmãos foram mortos Fui aquele moleque sem camisa descalço Criou asas e esperança, te guia lá do alto Facção até a morte contra o algoz Sou Facção Central enquanto der a minha voz Facção Central enquanto o tiro não disparar Facção Central enquanto a tampa do caixão não fechar Narro a dor, a revolta, ódio, a guerra Sou Facção Central, sou cortiço, sou Favela O sangue que eu derramei todos esses anos Foi alma que eu entreguei ao povo que eu amo Sou a vida de muitos, sou Facção Central Eu sou a favela, sou Rap Nacional O sangue que eu derramei todos esses anos Foi alma que eu entreguei ao povo que eu amo Sou a vida de muitos, sou Facção Central Eu sou a favela, sou Rap Nacional O sangue que eu derramei todos esses anos Foi alma que eu entreguei ao povo que eu amo Sou a vida de muitos, sou Facção Central Eu sou a favela, sou Rap Nacional O sangue que eu derramei todos esses anos Foi alma que eu entreguei ao povo que eu amo Sou a vida de muitos, sou Facção Central Eu sou a favela, sou Rap Nacional