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Egbé Iyá Nassô
Bruno Ribas
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🇵🇹 Portuguese · Original
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Lyrics
Original
Translation
Bilingual
Está presente o boi vermelho da zona oeste
Kabesilê
Gira saia, aiabá
Traz as águas de Oxalá (entra em cena Unidos)
Justiça de Agodô
Tambor guerreiro firma o alujá
Awurê obá, Kaô! Awurê obá, Kaô!
Vila Vintém é terra de macumbeiro
No meu egbé, governado por mulher
Iyá Nassô é rainha do candomblé (vamo lá, vamo lá)
Awurê obá, Kaô! Awurê obá, Kaô!
Vila Vintém é terra de macumbeiro
No meu egbé, governado por mulher
Iyá Nassô é rainha do candomblé (iê-iê-ô!)
Iê-iê-ô! Kaô kabesilê, Babá Obá
Couraça de fogo no orô do Velho Ajapá
A raça do povo do Alafin
E arde em mim
Rubro ventre de Oyó
Na escuridão, nunca andarei só
Vovó dizia
Sangue de preto é mais forte que a travessia
Saudade, que invade
Foi maré em tempestade
Sopra a ancestralidade no mar, ê rainha
Preceito é herança sem martírio
Airá guarda seus filhos no ilê da Barroquinha
É a semente que a fé germinou
Iyá Adetá
O fruto que o axé cultivou
Iyá Akalá
Iyá Nassô
Ê, Babá Assika
Iyá Nassô
Ê, Babá Assika (eu vou, eu vou)
Vou voltar, mãinha, eu vou
Vou voltar, mãinha, chore não
Que lá na Bahia, Xangô fez revolução
Vou voltar, mãinha, eu vou
Vou voltar, mãinha, chore não
Que lá na Bahia, Xangô fez revolução (oxê)
Oxê, a defesa da alma na palma da mão
No clã de Obatossi
A bravura de Oxóssi no meu panteão
É d'Oxum o acalanto que guarda o otá
Do velho engenho
Xirê que mantenho no meu caminhar (toca)
Toca o adarrum que meu orixá responde
Olorum guia o boi vermelho seja aonde for
Gira saia, aiabá
Traz as águas de Oxalá
Justiça de Agodô
Tambor guerreiro firma o alujá (vamo lá)
Awurê obá, Kaô! Awurê obá, Kaô!
Vila Vintém é terra de macumbeiro
No meu egbé, governado por mulher
Iyá Nassô é rainha do candomblé
Awurê obá, Kaô! Awurê obá, Kaô!
Vila Vintém é terra de macumbeiro (que coisa linda!)
No meu egbé, governado por mulher
Iyá Nassô é rainha do candomblé
Iê-iê-ô! Kaô kabesilê, Babá Obá
Couraça de fogo no orô do Velho Ajapá
A raça do povo do Alafin
E arde em mim
Rubro ventre de Oyó
Na escuridão, nunca andarei só
(Vambora, gente!) Vovó dizia
Sangue de preto é mais forte que a travessia
Saudade que invade
Foi maré em tempestade
Sopra a ancestralidade no mar, ê rainha!
Preceito é herança sem martírio
Airá guarda seus filhos no ilê da Barroquinha
É a semente que a fé germinou
Iyá Adetá
O fruto que o axé cultivou
Iyá Akalá
Iyá Nassô
Ê, Babá Assika
Iyá Nassô
Ê, Babá Assika (eu vou, eu vou, eu vou)
Vou voltar, mãinha, eu vou
Vou voltar, mãinha, chore não
Que lá na Bahia
Xangô fez revolução (eu vou)
Vou voltar, mãinha, eu vou
Vou voltar, mãinha, chore não
Que lá na Bahia
Xangô fez revolução (oxê)
Oxê, a defesa da alma na palma da mão
No clã de Obatossi
A bravura de Oxóssi no meu panteão
É d'Oxum o acalanto que guarda o otá
Do velho engenho
Xirê que mantenho no meu caminhar
Toca o adarrum que meu orixá responde
Olorum guia o boi vermelho seja aonde for (gira)
Gira saia, aiabá
Traz as águas de Oxalá
Justiça de Agodô
Tambor guerreiro firma o alujá (vambora, gente!)
Awurê obá, Kaô! Awurê obá, Kaô!
Vila Vintém é terra de macumbeiro (bora, Vila Vintém)
No meu egbé, governado por mulher
Iyá Nassô é rainha do candomblé
Awurê obá, Kaô! Awurê obá, Kaô!
Vila Vintém é terra de macumbeiro
No meu egbé, governado por mulher
Iyá Nassô é rainha do candomblé
Iê-iê-ô!
Tá, querido?