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Slow GM
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🇵🇹 Portuguese · Original
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Original
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Bilingual
É tão perspicaz não olhar pra trás fazendo do que faz
Nesses seus finais escolha o que não lhe deixou pra trás
Afinal o que sou eu?
Um empecilho, um artificio dos desejos teus
Quer correr, sei que fugir o enlouqueceu
Renovando com tinta um papel que apodreceu e tende ao breu
Feliz com o que escolheu?
Sei que é difícil, um sacrifício aceitar que morreu
Basta lembrar do dia em que conheceu
Sua criação, tal fruto bom, bem, aquilo se perdeu
Se corrompeu
Tal perfeição fugaz
Desperta os animais
Sinto que os ancestrais
Querem mais
Tinta nunca foi água
Seus sonhos de uma maneira deformada
E a marca fica em ti, "eu não sei o que vi"
A não ser carretéis e telas quebradas, oh, oh
Passos em cheio, ecos, devaneios
Sua caricatura nem sei de onde veio
Numa prancheta, ideias, anseios
A perfeição pode virar pesadelo
Se insistir em apagar posso crer
Que a ideia vive com você
Eu já tive rosto, sei do desgosto que é viver
Um sorriso imposto, quase um encosto que escorre
Descobri quem sou eu
Um desafio, um episódio que já ocorreu
E sofrer não vai tingir o que dissolveu
Apostando na sina de que o preto secou
Ele não esmaeceu
Tal perfeição fugaz
Desperta os animais
Sinto que os ancestrais
Querem mais
Tinta nunca foi água
Seus sonhos de uma maneira deformada
E a marca fica em ti, "eu não sei o que vi"
A não ser carretéis e telas quebradas, oh, oh
Passos em cheio, ecos, devaneios
Sua caricatura nem sei de onde veio
Numa prancheta, ideias, anseios
A perfeição pode virar pesadelo
Tinta nunca foi água
Seus sonhos de uma maneira deformada
E a marca fica em ti, "eu não sei o que vi"
A não ser carretéis e telas quebradas, oh, oh
Passos em cheio, ecos, devaneios
Sua caricatura nem sei de onde veio
Numa prancheta, ideias, anseios
A perfeição pode virar pesadelo
Se insistir em apagar posso crer
Que a ideia vive com você