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Na rua, na chuva, na fazenda (Casinha de sapê)
Jorge Aragão
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Pra mim tudo acaba em samba
Pra mim tudo acaba em samba
Não estou disposto
A esquecer teu rosto de vez
Acho que é tão normal
Dizem que sou louco
Por eu ter um gosto assim
Gostar de quem não gosta de mim
Jogue suas mãos para o céu
E agradeça se acaso tiver
Alguém que você gostaria que
Estivesse sempre com você
Na rua, na chuva, na fazenda
Ou numa casinha de sapê
Jogue suas mãos para o céu
E agradeça se acaso tiver
Alguém que você gostaria que
Estivesse sempre com você
Na rua, na chuva, na fazenda
Ou numa casinha de sapê
Não estou disposto
A esquecer teu rosto de vez
Acho que é tão normal
Dizem que sou louco
Por eu ter um gosto assim
Gostar de quem não gosta de mim
(Jogue suas mãos para o céu)
(E agradeça se acaso tiver)
(Alguém que você gostaria que)
(Estivesse sempre com você)
Na rua, na chuva (na fazenda)
(Ou numa casinha de sapê)
Jogue suas mãos para o céu
E agradeça se acaso tiver
Alguém que você gostaria que
Estivesse sempre com você
(Na rua, na chuva) na fazenda
(Ou numa casinha de sapê)
Mais uma vez
Que maravilha, que maravilha