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Cacos do Dízimo

soul.za
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Tudo pago, eu sigo enfeitiçado, o disco eternizado Eu quero tudo em dólar (câmera lenta) Eu estou me entregando e eu vou deixar essa mandrágora me salivar por horas (Vida em câmera lenta) Eu sou caipira-pora, não ignorante, e minha pira não se ignora (Minha vida em câmera lenta) Gostaria que as garras, suas fieis amarras, tentassem me agarrar agora (Sigo com a vida em câmera lenta) Câmera lenta, vida em câmera lenta Vida em câmera lenta, vida em câmera lenta Vida em câmera lenta, vida em câmera lenta Vida em câmera lenta, vida em câmera lenta Eu sei que você gosta (eu sei do que você gosta) De afundar o bico na Ypioca (sempre que tu pode, o fundo da garrafa mostra) Lembra da minha proposta (30 70 e o patrocínio você posta) Assina embaixo de algo que te derrota Ce é só mais um, cê é só mais um, grande bosta É foda, falava o filho que faltava respeito na roda Rolava, ria, resolvia de maneira torta Traqueia, treme, trovejando, ordenando sua oca O que o cara é incompetente ocultava sua poda Pois parecer um pirado não é ser idiota E de verdade, o diabo odiava violas Violações varrendo ao vento as várias memórias de mais miséria que o mestre adora E o caos some quando eu entro no recinto A rima recito, solto quadril e aperto cinto É um lindo, fino e infinito vinho tinto do qual não se prova E igual Almodóvar, é a pele que habito Eu minto, não me apetece os ditos chiques Que only listen to leaks, fãs do New York Knicks Mas nada me excita como a notificação de um Pix Minha vida é um seriado, alguém avisa o Netflix Pois é drama atrás de drama Um mero atraso com a grana atrasa o dessa semana Os fãs atrapalhando a trama E os sites de fofoca falam que essa atriz é boa de cama Produtores perdem alguém que colabore com a fama Foda-se a fama, abre um champanhe Cale quem chama, faz o teu nome Esconda tua chama Não dê vozes pros demônios menores, sai dessa lama Não sai porque ela respinga e derrama Não sai, não sai, é covarde não sai Não não, não não sai São cacos do dízimo, sociopolíticos Marcas tão nítidas, marcam as vítimas Fatos gravíssimos, anti-analíticos Escravos do ritmo, matam os críticos Venenos parassimpaticolíticos são Cacos do dízimo, sociopolíticos Marcas tão nítidas, marcam as vítimas Fatos gravíssi-sissi-sissi-sissimos Escravos do ritmo, matam os críticos Venenos parassimpaticolíticos são