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Vitrine de Rolex

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Eu tava escutando um blues Lembrei das notas azuis Que te deixavam tão cool De sapato Jimmy Choo É quando escutando um blues Lembrei das noites de chuva Que a gente passava junto E só grana era o assunto Não me importava ninguém Pra ela menos também Fazer dinheiro por mal Se pra nós era tão bem Último assalto em 'la Rue' Nos fone tocava um blues Quando uma bala do sul Acabou com nosso movie Eu era um poeta de Nietzsche, cheio da city Com meus beats, entre bitches E tu só prova que momentos são poeira Quando esquecidos pelo tempo Ou viram música ou viajam com o vento Corre diário pôr café na mesa Corre diário pra tirar o blues da cabeça E quantos desses dias olho no olho dela e vejo Que da mãe puxou muito mais que mera beleza Alright! O clima já tá bem louco, yeah Eu só quero amar Contamos nossas histórias Futebol no jantar O clima já tá bem louco, yeah Eu só quero amar Contamos nossas histórias Futebol no jantar Eu sei que por acaso estou Fugindo desse caso Eu sei que posso tudo Não tenho tempo, mas quero te ver só Baby Desacreditado Sonhos vão, quando se vê envelhece, é tarde demais Difícil cronometrar Cada dia um grão de areia que desce Eu já cansei de perder tempo Pensando em quanto tempo eu tenho Eu já cansei de perder tempo Pensando em quanto tempo eu tenho Vilarejo (bucólico) Com vista pro (Vale do Ródano) Agendei as passagens e fomos nós Um destino a dois (Nos espera, baby) Ouvir Slimka Uma nova língua, Albinen suíço Garota das montanhas era seu new style Bem distante do hype Talvez meu erro foi ser (tão intenso) Talvez seu erro foi ser (tão intensa) Mania dos jovens, sempre tão intensos No fim somos tão carentes, aye Vividos 7 meses Me bateu saudade de tudo Minha city, meu Uno E perder horas no sol Queimar a pele é tão bom Há quanto tempo ando sem tempo E o tempo insiste em me deixar Sem céu azul, sem calmo mar Sem onda leve, eu vou mergulhar Eu me deixo afogar em meus desejos Anseio por um tempo onde seja só nós com tempo de sobra onde Nossas tardes sejam tipo obras de arte Vejo a chuva lá fora, eu te vejo indo embora Não te peço pra ficar, nem te impeço de voar Mas não deixe de me ligar Me conta tudo sobre Amsterdã Que eu te canto uma canção do Djavan, yeah E a vida segue assim tão singular, sem você no lar Perdi o gosto, baby Desacreditado Sonhos vão, quando se vê envelhece, é tarde demais Difícil cronometrar Cada dia um grão de areia que desce Eu já cansei de perder tempo Pensando em quanto tempo eu tenho Eu já cansei de perder tempo Pensando em quanto tempo eu tenho Há tempos te devo Penso em ti quando escrevo Minha mente avoada como um avião Na hora de pousar, arremeto Entre entender mais de haicais e sonetos E usar drogas embaixo do coreto Eu percebi que eu sou forte e poderoso a ponto de botar preço no meu tempo Me arrependi É que acordo de mau humor Mas depois que tu foi embora, piorou Deixou frio esse cobertor Fatos que eu deveria acobertar Mas prefiro lidar com essas dores Trompetes de garrafa PET Plástico feito de flores Sem ver, crio escolta Sem ver, meia luz Sem ver, tá na hora Sem ver, me conduz Sem ver, crio escolta Sem ver, meia luz Sem ver, tá na hora Sem ver, me conduz Sem ver, crio escolta Sem ver, meia luz Sem ver, tá na hora Sem ver, me conduz Sem ver, crio escolta Sem ver, meia luz Sem ver, tá na hora Sem ver, me conduz