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Laíla de Todos os Santos, Laíla de Todos os Sambas
Rio Carnaval, Beija-Flor de Nilópolis, Neguinho da Beija Flor
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🇵🇹 Portuguese · Original
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Lyrics
Original
Translation
Bilingual
Alô, Laíla!
Olha a nossa Beija-Flor aí, gente!
Chora, cavaco!
Chama João pra matar a saudade
Vem comandar sua comunidade
Ó Jakutá, o Cristo preto me fez quem eu sou
Receba toda gratidão Obá, dessa nação nagô
Da casa de Ogum, Xangô me guia
Da casa de Ogum, Xangô me guia
Dobram atabaques no quilombo Beija-Flor
Terreiro de Laíla, meu griô
Da casa de Ogum, Xangô me guia
Da casa de Ogum, Xangô me guia
Dobram atabaques no quilombo Beija-Flor
Terreiro de Laíla, meu griô (kaô, meu velho!)
Kaô, meu velho
Volta e me dá os caminhos
Conduz outra vez meu destino
Traz os ventos de Oyá
Agô, meu mestre
Tua presença ainda está aqui
Mesmo sem ver, eu posso sentir
Faz Nilópolis cantar
Desce o morro de Oyó, Benedito e Catimbó
O alabá Doum
Traz o terço pra benzer, e a cigana Puerê
Meu Exu
De copo no palco, sandália rasteira
No chão sagrado toda quinta-feira
O brado no tambor, feitiço
Brigou pela cor, catiço
Coragem na fala sem temer a queda
O dedo na cara, quem for contra, reza
O brado no tambor, feitiço (Obá)
Brigou pela cor, catiço
Coragem na fala sem temer a queda
O dedo na cara, quem for contra, reza
Bora, vencer...
Vencer, o seu verbo
Gênio do ouvido perfeito
A trança nos versos
Divino e humano em seu jeito
Queria paz, mas era bom na guerra
Apitou em outras terras, viajou nas ilusões
Deu voz à favela e a tantas gerações
Eu vou seguir, sem esquecer nossa jornada
Emocionada, a baixada em redenção
Chama João pra matar a saudade
Vem comandar sua comunidade
Ó Jakutá, o Cristo preto me fez quem eu sou
Receba toda gratidão Obá, dessa nação nagô
Da casa de Ogum, Xangô me guia
Da casa de Ogum, Xangô me guia
Dobram atabaques no quilombo Beija-Flor
Terreiro de Laíla, meu griô
Da casa de Ogum, Xangô me guia (Obá)
Da casa de Ogum, Xangô me guia ('vambora, gente!)
Dobram atabaques no quilombo Beija-Flor
Terreiro de Laíla, meu griô (kaô, meu velho)
Kaô, meu velho ('vambora, gente!)
Volta e me dá os caminhos (vamos lá, Beija-Flor)
Conduz outra vez meu destino
Traz os ventos de Oyá (isso!)
Agô, meu mestre
Tua presença ainda está aqui
Mesmo sem ver, eu posso sentir
Faz Nilópolis cantar
Desce o morro de Oyó, Benedito e Catimbó
O alabá Doum
Traz o terço pra benzer, e a cigana Puerê
Meu Exu
De copo no palco, sandália rasteira
No chão sagrado toda quinta-Feira
O brado no tambor, feitiço
Brigou pela cor, catiço (ih!)
Coragem na fala sem temer a queda
(O couro tá comendo)
O dedo na cara, quem for contra, reza (o couro tá comendo)
O brado no tambor, feitiço
Brigou pela cor, catiço
Coragem na fala sem temer a queda (alô, Nilópolis!)
O dedo na cara, quem for contra, reza (bora vencer)
Vencer, o seu verbo (ih!)
Gênio do ouvido perfeito
A trança nos versos
Divino e humano em seu jeito
Queria paz, mas era bom na guerra
Apitou em outras terras, viajou nas ilusões (alô, Laíla!)
Deu voz à favela e a tantas gerações (eu vou seguir)
Eu vou seguir (beleza)
Sem esquecer nossa jornada (beleza, beleza)
Emocionada, a baixada em redenção (ai, meu Deus do céu!)
Chama João pra matar a saudade
Vem comandar sua comunidade (alô, papai!)
Ó Jakutá
O Cristo preto (família Beija-Flor)
Me fez quem eu sou (te ama)
Receba toda gratidão Obá, dessa nação nagô (ai!)
Da casa de Ogum, Xangô me guia
Da casa de Ogum, Xangô me guia
Dobram atabaques no quilombo Beija-Flor
Terreiro de Laíla, meu griô
Da casa de Ogum, Xangô me guia
Da casa de Ogum, Xangô me guia
Dobram atabaques no quilombo Beija-Flor
Terreiro de Laíla, meu griô
É isso aí, meu povo!
Beija-Flor de Nilópolis