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Quem não pode com mandinga não carrega Patuá
Liga Carnaval SP
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Canta com a família Mocidade Alegre, Éder Miguel
Que honra, Igor Sorriso, bôra nossa Morada
O meu orgulho é ver o povo te aplaudir
Minha Morada, minha razão de existir
Nossa família, imenso cordão
Enfim, chegou a hora
Fé! Na terça, o terço na mão (a vitória vem da luta)
É! O dia da consagração (a luta vem da força)
Dez! Mais uma estrela no pavilhão (e a força da união)
Firma o batuque, ecoa um canto de fé
Mocidade é negritude, axé
É corpo que arrepia
A força a nos guiar
Quem não pode com a Morada, não carrega patuá
Firma o batuque, ecoa um canto de fé (mais do que nunca)
Mocidade é negritude, axé (obrigado meu Deus)
É corpo que arrepia (minha escola é só felicidade)
A força a nos guiar (vem comigo, vem comigo)
Quem não pode com a Morada, não carrega patuá (vem comigo Mocidade)
É coisa de preto, mistério e magia
Herança do legado ancestral
Abrigo de cada oração
Sinônimo de proteção
Macumba trazida no peito
Feitiço nas mãos
Em Mali o povo eternizou
Rosário trouxe opelê-ifá
A chama não se apagou e resistirá
Na vida, é preciso acreditar
O gingado atrevido exala da cor
Tem mandinga nas ruas de São Salvador
Os balangandãs, pra enfeitar, abençoar
O gingado atrevido exala da cor
Tem mandinga nas ruas de São Salvador
Os balangandãs, pra enfeitar, abençoar
Chega de esconder
Não vamos aceitar
A face da cruel ignorância
Gira baiana, evoca os ancestrais
Derrota a intolerância
Nossa família, imenso cordão
Enfim, chegou a hora
Fé! Na terça, o terço na mão
É! O dia da consagração
Dez! Mais uma estrela no pavilhão
Firma o batuque, ecoa um canto de fé
Mocidade é negritude, axé
É corpo que arrepia
A força a nos guiar
Quem não pode com a Morada, não carrega patuá
Firma o batuque, ecoa um canto de fé
Mocidade é negritude, axé
É corpo que arrepia
A força a nos guiar
Quem não pode com a Morada, não carrega patuá
É coisa de preto, mistério e magia
Herança do legado ancestral
Abrigo de cada oração
Sinônimo de proteção
Macumba trazida no peito
Feitiço nas mãos
Em Mali o povo eternizou
Rosário trouxe opelê-ifá
A chama não se apagou e resistirá
Na vida, é preciso acreditar
O gingado atrevido exala da cor
Tem mandinga nas ruas de São Salvador
Os balangandãs, pra enfeitar, abençoar
O gingado atrevido exala da cor
Tem mandinga nas ruas de São Salvador
Os balangandãs, pra enfeitar, abençoar
Chega de esconder
Não vamos aceitar
A face da cruel ignorância
Gira baiana, evoca os ancestrais
Derrota a intolerância
Nossa família, imenso cordão
Enfim, chegou a hora
Fé! Na terça, o terço na mão
É! O dia da consagração
Dez! Mais uma estrela no pavilhão
Firma o batuque, ecoa um canto de fé
Mocidade é negritude, axé
É corpo que arrepia
A força a nos guiar
Quem não pode com a Morada, não carrega patuá
Firma o batuque, ecoa um canto de fé
Mocidade é negritude, axé
É corpo que arrepia
A força a nos guiar
Quem não pode com a Morada, não carrega patuá
É coisa de preto, mistério e magia
Herança do legado ancestral
Abrigo de cada oração
Sinônimo de proteção
Macumba trazida no peito
Feitiço nas mãos
Em Mali o povo eternizou