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Frio da Madrugada - Ao Vivo
Rionegro & Solimões
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Sei que você quer voltar
Quem sou eu pra recusar?
O amor supera tudo
Preciso do teu olhar
Não tenha medo da sorte
Ela não vai castigar
Quem ama sempre perdoa
Por isso vou perdoar
O frio da madrugada já surrou meu corpo
Nesta cidade quase fiquei louco
Saudade é fogo
E vai queimando aos poucos o coração
Sozinho na madrugada já briguei com a sorte
Falei com meu Deus, por que não mande a morte?
Sem esse amor nada mais importa
A vida perde a razão
Rionegro e Solimões
Que prazer, amigos
Que honra pra gente, Jorge e Mateus
Não tenha medo da sorte
Ela não vai castigar
Quem ama sempre perdoa
Por isso vou perdoar
No frio da madrugada já surrou meu corpo
Nessa cidade quase fiquei louco
Saudade é fogo
E vai queimando aos poucos o coração
Sozinho na madrugada já briguei com a sorte
Falei com meu Deus, por que não mande a morte?
Sem esse amor nada mais importa
A vida perde a razão
Vem, galera
O frio da madrugada (já surrou meu corpo)
Nessa cidade quase fiquei louco
Saudade é fogo
E vai queimando aos poucos o coração
Sozinho na madrugada (já briguei com a sorte)
Falei com meu Deus, por que não mande a morte?
Sem esse amor nada mais importa
A vida perde a razão, perde a razão
Rionegro e Solimões
Jorge e Mateus, maravilha, muito obrigado (tamo junto)
Pela confiança, pela presença (sassinhora', bom demais)
Brigado vocês, rapaz, é uma honra, um privilegio pra nós
Esse povo de Goiânia é apaixonado, né não (tá aqui)
(Aê Goiás em) aí é demais, é demais, que que isso (derramado)
Como é que é o refrão?
Sozinho na madrugada (já briguei com a sorte)
Falei com meu Deus (por que não mande a morte?)
Sem esse amor (nada mais importa)
A vida perde a razão