Skip to content
Lyric
Dive
Public playlists
My playlists
Search
Sign in
Réquiem Carmesim
Rafão Music
Popularity · Low
+
🇵🇹 Portuguese · Original
0
0
Listen
YouTube
1
2
3
0:00 / 0:00
Loading YouTube player...
Lyrics offset
Synced
Lyrics
Original
Translation
Bilingual
A vida é como um filme, não vê?
De ação, uma comédia
Mas se o protagonista se perder
Sem escolha, uma tragédia
E um sorriso não se apaga
Sem antes ter, motivo a isso
Ódio não surge em meio a nada
Mas quando vem, sair é difícil
Me perco onde os olhos não querem ver
Me encontro onde a voz pode se alcançar
Os vejo como poços de mercê
E os nego o direito de implorar
Mas vivo esteja em si
Fatal seja então
Leal por sua vida, mas não troque ela em vão
A cabeça é uma só, mas o corpo se move
Sem ela ou com ela, a aranha, não morre
Assim como os gritos que sussurravam
Mas nem sequer chegavam aos ouvidos de alguém
Somos ninguém, somos ninguém!
Pois atos cometidos não precisam ter um quem
Fantasmas que guardam tanto rancor
Com quanto fervor voltam pra assombrar!
Os erros de alguns podem ser fatais
Pra outros se encontrarem em um jamais!
Não sou ideal, mas sou necessário
Só o visto que foi me dado em berçário
Em uma tragédia, o que foi escrito
É o veredito, e ponto final
E as vítimas desse mar tão sangrento
Donas do destino mais violento
Os papéis cruéis
São os mais importantes nesse momento
Vidas por vidas, passado e presente
Por um maestro, tal qual competente
A vida é como um filme, não vê?
De ação, uma comédia
Mas se o protagonista se perder
Sem escolha, uma tragédia
Já que um brilho se apagou
Só resta a mim, a última luz
Então anjo que estais no céu
Ouça o que, eu compus
Um réquiem tingido em carmesim
Um caos ordenado que guio assim
É como uma poesia sem fim
Sob esse luar que encobre a mim
Só uma última vez (última vez...)
Por ti, sangue escorreu
E assim nossa voz
O mundo percebeu!
Fogo tomou, conta daqui
Almas se vão, embora assim
Pode ouvir?
Ao topo moldou, com as mãos guiou
Não foi em vão, pra ti irmão
Uvogin!
E pra esse meu papel que eu vou encarnar
O barulho sim, é tão necessário
Então, pra meu ponto provar
Não vou mais calar
Um grito entalado, na nossa garganta
Então tais fantasmas
Visíveis são, provaram que
O passado as vezes vem a tona
Foi só um reflexo do que é você
Entenda, e se
Contente com seu próprio axioma
Mas nem tudo é definido por bem e mal
Heróis nem sempre vão conquistar um bom final
Perdas ecoam e sobressaem o que
Sem motivos você não é ninguém
E do que vale a vingança?
E do que vale o palpável?
No fim do ciclo só sobra
Um vazio imensurável!
Então quantos matou?
Nunca teve valor!
Mas nada disso importa
Pra quem eu realmente, sou