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A tua faixa 'tá feia meu caro, ya Lírica intrínseca no meu bagaço, tass Já pus o capuz A luz não o seduz Conduzo o meu corpo no escuro Líbido reduz Líquido no bucho Ofusco o meu todo e empurro O lodo p'ro lume Meter nojo a fundo Vejo o sol é forte A morte é no sul Apollo 'tá no norte Noutro polo é que eu bulo A esculpir a morgue E a cuspir em tudo Entulho bruto embrulho barras tavas Fulo e mudo imundo paras largas O move és noob é tudo cuarras dadas Deambulo em mute incuto taras parvas Aprendeste e vendeste o cu 'Tou bêbedo tenta tu ter estatuto Sou lenda tal vendaval de avental eu esculpo Eu desculpo, nem discuto Assim durmo, tirando esta tosse eu 'tou taciturno A rasgar-te os ossos eu sou ácido úrico Donde fugi, Monte Fuji filmo Então puxa a canon exato Ateu mas só bazo canonizado Que a fama não bate o anonimato Pego num alter ego dou-lhe um nome e mato Tipo isto nem é fado viste bem é facto Visco assoado ao cachené Disco vem riscado Diz que nem fisgado o isco tem pegado um gajo (Neh) Vim tibado desde o cais do sodré À pesca de um baço no Loch Ness Sou peça que não encaixa num bloco, esquece Um Messi com a faixa dum god, bless A tua faixa 'tá feia meu caro 'Tás preso na caixa de areia onde eu cago Relaxo a minha veia e dou um bago de aço Lírica intrínseca no meu bagaço tasse Viro o meu braço dá-se Metamorfose no meu caso bazo Tanto o torci que ele tá quase gasto A tua faixa 'tá feia meu caro 'Tás preso na caixa de areia onde eu cago Relaxo a minha veia e dou um bago de aço Lírica intrínseca no meu bagaço tasse Viro o meu braço dá-se Metamorfose no meu caso bazo Tanto o torci que ele tá quase gasto Baço bafo 'Tou em Guantanamo Preso não cuba o meu âmago Ileso dou fuga que ele anda no Desprezo e deambula no pântano Surpreso que a tuga diz canimambo Tudo teso e sem bucha e nunca ninguém bule Meu peso ninguém puxa que o caminho é duro Se o terço te intruja 'tão bem vindo ao mundo Findado o combate Atraco a barca no ararat Click é fatah eu sou arafat Que o meu spit é fatal e o meu ar abate Embate no parto eu parto e rasgo lábios Sem claque em palco é Stradivarius Bem raro e parvo eu estrago vários Cenários, paro divago pálido Que eu sou Álvaro Cunhal Barba no pinhal Tártaro dental Baba no vinhal Chaga no punhal Estraga o recital Ritual praxe eu trago o traje Malfadado encaro Bocage Que o karma dá cabo de um gajo pago bem caro fugaz Bazo de carro num flash A tua faixa 'tá feia meu caro 'Tás preso na caixa de areia onde eu cago Relaxo a minha veia e dou um bago de aço Lírica intrínseca no meu bagaço tasse Viro o meu braço dá-se Metamorfose no meu caso bazo Tanto o torci que ele 'tá quase gasto