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Iroko – É Tempo de Xirê
LigaRJ
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Eu sou Unidos, amor
Vermelho e branco eu sou
Abram alas pra alegria e vem
(Sou Vila Vintém)
Da Vila Vintém para o mundo
Alô, Unidos de Padre Miguel
Vamos juntos, meu povo
Brilha, Unidos de Padre Miguel
Vai, boi vermelho
Bato cabeça, sou filho de fé
Irôko axé, Irôko kissilé
No Ilê Padre Miguel aprendi fazer o bem
É tempo de Xirê no terreiro da Vintém (bato cabeça)
Bato cabeça, sou filho de fé
Irôko axé, Irôko kissilé
No Ilê Padre Miguel aprendi fazer o bem
É tempo de Xirê no terreiro da Vintém
(Tempo, tempo, tempo)
Tempo, misterioso tempo
Vazio silêncio na escuridão (e aí?)
Tempo, voz, ensinamento
Iggi Olorum, raiz da criação (tronco)
Tronco que preserva a vida inteira
Ninho ara Oxorongá
Guardião do axé, a gameleira
Irôko é quem tira, Irôko é quem dá
('Vambora, 'vambora, 'vambora)
Aê, aê, orixá Irô
Da avamunha senhor, orixá Irô
O vento sopra, a folha vira
O ramo sagrado, a seiva da vida
(Repete aí, meu povo)
Aê, aê, orixá Irô
Da avamunha senhor, orixá Irô
O vento sopra, a folha vira (a folha vira)
O ramo sagrado, a seiva da vida
Poderoso dono dos caminhos
Galho protetor do Sassayin
Feito palha cobre o mal com sua rama
De saluba se faz sombra
E aos seus pés o Axexê decreta o fim
(Brilha, brilha)
Brilha o arco-íris que lhe abraçou
(Que lhe abraçou)
Floresce então ao pôr-do-sol o verdadeiro amor
Ó, tempo, ouça meu clamor
Conceda aos seus filhos o perdão
E ao reluzir o opaxorô (alô, minha comunidade)
Seu povo pede salvação ('vambora)
Bato cabeça, sou filho de fé
Irôko axé, Irôko kissilé
No Ilê Padre Miguel aprendi fazer o bem
É tempo de Xirê no terreiro da Vintém
Bato cabeça, sou filho de fé
Irôko axé, Irôko kissilé
No Ilê Padre Miguel aprendi fazer o bem
É tempo de Xirê no terreiro da Vintém (tempo)
Tempo, misterioso tempo
Vazio, silêncio na escuridão
Tempo, voz, ensinamento ('tamo junto)
Iggi Olorum, raiz da criação (oba)
Tronco que preserva a vida inteira (coisa linda)
Ninho para Oxorongá
Guardião do axé, a gameleira
Irôko é quem tira, Irôko é quem dá
Aê, aê, orixá Irô
Da avamunha senhor, orixá Irô
O vento sopra, a folha vira
O ramo sagrado, a seiva da vida
Aê, aê, orixá Irô
Da avamunha senhor, orixá Irô
O vento sopra, a folha vira
O ramo sagrado, a seiva da vida
Poderoso dono dos caminhos
Galho protetor do Sassayin
Feito palha cobre o mal com sua rama
De Saluba se faz sombra
E aos seus pés o Axexê decreta o fim
('Vambora, 'vambora, 'vambora, meu povo)
Brilha o arco-íris que lhe abraçou (sim)
Floresce então ao pôr-do-sol o verdadeiro amor
Ó, tempo, ouça meu clamor
Conceda aos seus filhos o perdão
E ao reluzir o opaxorô
Seu povo pede salvação (tira o pé do chão)
Bato cabeça, sou filho de fé
Irôko axé, Irôko kissilé
No Ilê Padre Miguel aprendi fazer o bem
É tempo de Xirê no terreiro da Vintém
Bato cabeça, sou filho de fé
Irôko axé, Irôko kissilé (olha o swing, olha o swing)
No Ilê Padre Miguel aprendi fazer o bem
É tempo de Xirê no terreiro da Vintém
É tempo de Xirê (no terreiro da Vintém)
Irôko, Irôko, ê
Irôko, Irôko, ah
No tronco da gameleira meu Irôko eu vou louvar
No tronco da gameleira meu Irôko eu vou louvar
(Ô, Irôko, ê)
Irôko, Irôko, ê
Irôko, Irôko, ah
(Abençoe a Unidos de Padre Miguel)
(Abençoe a Vila Vintém)
No tronco da gameleira meu Irôko eu vou louvar
Brilha, Unidos de Padre Miguel
Valeu, Vila Vintém