Egbé Iyá Nassô
Popularity · Low
Listen
YouTube
0:00 / 0:00
Loading YouTube player...
Lyrics offset
Synced
Lyrics
Está presente o boi vermelho da Zona Oeste
Kabesilê
Gira saia aiabá
Traz as águas de Oxalá (entra em cena)
Justiça de Ogodô, tambor guerreiro firma o alujá (Unidos)
Awurê Obá kaô, awurê Obá kaô
Vila Vintém é terra de macumbeiro
No meu Egbé governado por mulher
Iyá Nassô é rainha do candomblé (vamo' lá, vamo' lá)
Awurê Obá kaô, awurê Obá kaô
Vila Vintém é terra de macumbeiro
No meu Egbé governado por mulher
Iyá Nassô é rainha do candomblé (e eiêô)
Eiêô, kaô kabesilê Babá Obá
Couraça de fogo no orô do velho ajapá
A raça do povo do Alafin
E arde em mim rubro ventre de Oyó
Na escuridão nunca andarei só
Vovó dizia
"Sangue de preto é mais forte que a travessia"
Saudade que invade
Foi maré em tempestade
Sopra a ancestralidade no mar, eh, rainha
Preceito é herança sem martírio
Airá guarda seus filhos no ilê da Barroquinha
É a semente que a fé germinou, Iyá Adetá
O fruto que o axé cultivou, Iyá Akalá
Iyá Nassô, eh, Babá Assika
Iyá Nassô, eh, Babá Assika (eu vou, eu vou)
Vou voltar mainha, eu vou
Vou voltar mainha, chore não
Que lá na Bahia, Xangô fez revolução (ih)
Vou voltar mainha, eu vou
Vou voltar mainha, chore não
Que lá na Bahia, Xangô fez revolução (oxê)
Oxê, a defesa da alma na palma da mão
No clã de Obatossi
Há bravura de Oxóssi no meu panteão
É d’Oxum o acalanto que guarda o otá
Do velho engenho, xirê que mantenho no meu caminhar (toca)
Toca o adarrum que meu orixá responde
Olorum, guia o boi vermelho seja onde for
Gira saia aiabá, traz as águas de Oxalá
Justiça de Ogodô, tambor guerreiro firma o alujá (vamo' lá)
Awurê Obá kaô, awurê Obá kaô
Vila Vintém é terra de macumbeiro
No meu Egbé governado por mulher
Iyá Nassô é rainha do candomblé
Awurê Obá kaô, awurê Obá kaô
Vila Vintém é terra de macumbeiro (que coisa linda)
No meu Egbé governado por mulher
Iyá Nassô é rainha do candomblé
Eiêô, kaô kabesilê Babá Obá
Couraça de fogo no orô do velho ajapá
A raça do povo do Alafin
E arde em mim rubro ventre de Oyó
Na escuridão nunca andarei só (vovó, gente)
Vovó dizia
"Sangue de preto é mais forte que a travessia"
Saudade que invade ('bora)
Foi maré em tempestade
Sopra a ancestralidade no mar, eh, rainha
Preceito é herança sem martírio
Airá guarda seus filhos no ilê da Barroquinha
É a semente que a fé germinou, Iyá Adetá
O fruto que o axé cultivou, Iyá Akalá
Iyá Nassô, eh, Babá Assika
Iyá Nassô, eh, Babá Assika (eu vou, eu vou, eu vou)
Vou voltar mainha, eu vou
Vou voltar mainha, chore não
Que lá na Bahia, Xangô fez revolução (eu vou)
Vou voltar mainha, eu vou
Vou voltar mainha, chore não
Que lá na Bahia, Xangô fez revolução (oxê)
Oxê, a defesa da alma na palma da mão
No clã de Obatossi
Há bravura de Oxóssi no meu panteão
É d’Oxum o acalanto que guarda o otá
Do velho engenho, xirê que mantenho no meu caminhar
Toca o adarrum que meu orixá responde
Olorum, guia o boi vermelho seja onde for (gira)
Gira saia aiabá, traz as águas de Oxalá
Justiça de Ogodô, tambor guerreiro firma o alujá (vambora, gente)
Awurê Obá kaô, awurê Obá kaô
Vila Vintém é terra de macumbeiro (oh, Vila Vintém)
No meu Egbé governado por mulher
Iyá Nassô é rainha do candomblé (ih)
Awurê Obá kaô, awurê Obá kaô
Vila Vintém é terra de macumbeiro
No meu Egbé governado por mulher
Iyá Nassô é rainha do candomblé, ieh ieh, oh
'Tá, querido?