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Egbé Iyá Nassô

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Está presente o boi vermelho da Zona Oeste Kabesilê Gira saia aiabá Traz as águas de Oxalá (entra em cena) Justiça de Ogodô, tambor guerreiro firma o alujá (Unidos) Awurê Obá kaô, awurê Obá kaô Vila Vintém é terra de macumbeiro No meu Egbé governado por mulher Iyá Nassô é rainha do candomblé (vamo' lá, vamo' lá) Awurê Obá kaô, awurê Obá kaô Vila Vintém é terra de macumbeiro No meu Egbé governado por mulher Iyá Nassô é rainha do candomblé (e eiêô) Eiêô, kaô kabesilê Babá Obá Couraça de fogo no orô do velho ajapá A raça do povo do Alafin E arde em mim rubro ventre de Oyó Na escuridão nunca andarei só Vovó dizia "Sangue de preto é mais forte que a travessia" Saudade que invade Foi maré em tempestade Sopra a ancestralidade no mar, eh, rainha Preceito é herança sem martírio Airá guarda seus filhos no ilê da Barroquinha É a semente que a fé germinou, Iyá Adetá O fruto que o axé cultivou, Iyá Akalá Iyá Nassô, eh, Babá Assika Iyá Nassô, eh, Babá Assika (eu vou, eu vou) Vou voltar mainha, eu vou Vou voltar mainha, chore não Que lá na Bahia, Xangô fez revolução (ih) Vou voltar mainha, eu vou Vou voltar mainha, chore não Que lá na Bahia, Xangô fez revolução (oxê) Oxê, a defesa da alma na palma da mão No clã de Obatossi Há bravura de Oxóssi no meu panteão É d’Oxum o acalanto que guarda o otá Do velho engenho, xirê que mantenho no meu caminhar (toca) Toca o adarrum que meu orixá responde Olorum, guia o boi vermelho seja onde for Gira saia aiabá, traz as águas de Oxalá Justiça de Ogodô, tambor guerreiro firma o alujá (vamo' lá) Awurê Obá kaô, awurê Obá kaô Vila Vintém é terra de macumbeiro No meu Egbé governado por mulher Iyá Nassô é rainha do candomblé Awurê Obá kaô, awurê Obá kaô Vila Vintém é terra de macumbeiro (que coisa linda) No meu Egbé governado por mulher Iyá Nassô é rainha do candomblé Eiêô, kaô kabesilê Babá Obá Couraça de fogo no orô do velho ajapá A raça do povo do Alafin E arde em mim rubro ventre de Oyó Na escuridão nunca andarei só (vovó, gente) Vovó dizia "Sangue de preto é mais forte que a travessia" Saudade que invade ('bora) Foi maré em tempestade Sopra a ancestralidade no mar, eh, rainha Preceito é herança sem martírio Airá guarda seus filhos no ilê da Barroquinha É a semente que a fé germinou, Iyá Adetá O fruto que o axé cultivou, Iyá Akalá Iyá Nassô, eh, Babá Assika Iyá Nassô, eh, Babá Assika (eu vou, eu vou, eu vou) Vou voltar mainha, eu vou Vou voltar mainha, chore não Que lá na Bahia, Xangô fez revolução (eu vou) Vou voltar mainha, eu vou Vou voltar mainha, chore não Que lá na Bahia, Xangô fez revolução (oxê) Oxê, a defesa da alma na palma da mão No clã de Obatossi Há bravura de Oxóssi no meu panteão É d’Oxum o acalanto que guarda o otá Do velho engenho, xirê que mantenho no meu caminhar Toca o adarrum que meu orixá responde Olorum, guia o boi vermelho seja onde for (gira) Gira saia aiabá, traz as águas de Oxalá Justiça de Ogodô, tambor guerreiro firma o alujá (vambora, gente) Awurê Obá kaô, awurê Obá kaô Vila Vintém é terra de macumbeiro (oh, Vila Vintém) No meu Egbé governado por mulher Iyá Nassô é rainha do candomblé (ih) Awurê Obá kaô, awurê Obá kaô Vila Vintém é terra de macumbeiro No meu Egbé governado por mulher Iyá Nassô é rainha do candomblé, ieh ieh, oh 'Tá, querido?