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Mexe, Mexe / Muleca / Cumade E Cumpade (Ao Vivo)

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(Chegou a hora da gente ralar uma coxa' até ficar com os fundo quente, viu) (Eita) (Vem) (Isso é Lauana Prado raiz) (Aqui é raiz, menino, aqui né Nutella não, viu) Festa na roça é pra lá de bom O sanfoneiro é quem comanda o som A gente dança moda sertaneja Tomando cerveja e comendo batom À meia-noite nada é proibido Mulher casada troca de marido Um engraçadinho apaga o lampião E o amassa mamão fica mais divertido É um mexe-mexe, todo mundo apronta Faz o que dá conta, é um beija-beija E nessa peleja, todo mundo tonto E eu que não sou santa Também 'to no meio É um mexe-mexe, todo mundo apronta Faz o que dá conta, é um beija-beija E nessa peleja, todo mundo tonto E eu que não sou santa Também 'to no meio (balanga, balanga) (Cachaça pouca é bobagem em Goiânia hoje) (Assim) Gruda, gruda na cintura da moleca Reboladeira fica louca pra dançar Gruda, gruda na cintura da moleca Faz trenzinho e faz boneca e deixa o corpo balançar Gruda, gruda na cintura da moleca Reboladeira fica louca pra dançar Gruda, gruda na cintura da moleca Faz trenzinho e faz boneca e deixa o corpo balançar Depois do mexe-mexe, rala o tchan e rala a tcheca Eu 'to grudado na cintura da moleca Depois do mexe-mexe, rala o tchan e rala a tcheca Eu 'to grudado na cintura da moleca Remexe pra cá, remexe pra lá Eu quero ver o seu umbiguinho suar Remexe pra cá, remexe pra lá Só no sapatinho até o dia clarear (Rasga menino, vem) (O nome dele é Henrique Souza, menino, solando tudo, viu, não deixou ninguém solar) E veste a calça saint-tropez Que deixa o umbiguinho de fora Entra na roda e rebola, rebolando sem parar É gera-gera, geração Coca-Cola Molha a calça toda hora de tanto se esfregar E de saia de corpo baixo De barriguinha de fora Entra na roda e rebola, rebolando sem parar É gera-gera, geração anos 60 Que quase se arrebenta (eu quero ver quem sabe, vai) Então requebra, esfrega Requebra, (esfrega no) Que ele levanta e acende e acende O fogo da cumade Então requebra, esfrega Requebra, esfrega no cumpade Que ele levanta e acende e acende O fogo da cumade E vai de frente requebrando, esfregando, rebolando até o chão Vai de bundinha, remexendo a cinturinha, sem deixar cair no chão E vai de frente requebrando, esfregando, rebolando até o chão Vai de bundinha, remexendo a cinturinha, sem deixar (então chama, menino, vai) (Apruma, Goiânia) (S'imbora) (Quem gostou faz barulho que eu quero ouvir) Ô, trem doído